Insucesso repetitivo é o primeiro reflexo da procrastinação. E ser procrastinador não é uma coisa específica para apenas uma parte da vida. Quem procrastina no trabalho é porque também o faz com a saúde, família, amigos, finanças. Tudo é afetado.
Um procrastinador perde todas as oportunidades de obter sucesso real na sua vida, abdica de todas as chances de se dar bem.
Serve aos seus propósitos a criação de incontáveis projetos abertos de forma simultânea, facilitando assim a acomodação da falta de ação na justificativa de uma irreal agenda atarefada.
É possível determinar com clareza que a elaboração da agenda não é um apoio confiável ao procrastinador, pois é costumeiro que os compromissos não sejam concluídos ou sequer sejam iniciados.
As tarefas são movimentadas no tabuleiro da ineficiência saltando de um horário ao outro na agenda de forma a acomodar sempre no futuro toda a esperança de êxito.
A mudança por mais incrível que possa parecer é simples, mesmo que não seja fácil.
O caminho é árduo e não deve ser trilhado sozinho.
Todo o ambiente deve ser preparado para propiciar a alteração da rotina e facilitar a visão da realidade.
O primeiro passo é buscar um grau mínimo de eficácia.
É imperioso que sejam acumuladas realizações para que o sabor da conquista seja experienciado e o processo ganhe emoção e comece a ser fomentado no individuo com o sentimento da efetivação.
O apoio deve ser especializado e fornecido por alguém capacitado para tal.
Devem ser propostas conexões verdadeiras com as habilidades e crenças do indivíduo.
É imprescindível que a dedicação seja direcionada a uma competência nata, esta pode ser profissional ou um hobby.
Esta atividade deve impreterivelmente demandar dedicação, organização e produzir frutos, pois isto é o que fará ocorrer à transformação.
A proposta e implementação de uma agenda despoluída é um passo especial na modificação, pois administrar o tempo passa a ser vital.
Tempo ocioso causa uma imediata acomodação, simbolizada pelo retorno ao apego mental vivenciado continuamente no ciclo anterior ao do início do processo.
Tempo escasso também é um grande perigo, pois acomoda a perspectiva da “falta de tempo” na repetição do velho hábito de postergar uma tarefa ou atividade.
A procrastinação é mais severa nos cultivadores da culpa, pois uma alimenta a outra num círculo vicioso sem fim. Como a culpa é uma imposição necessária ao fracasso sendo germinada e cultivada em larga escala diariamente, carecemos de uma grande dose de libertação psíquica que servirá de lastro para trazer o conforto na liberdade de errar e o prazer na maturidade do acerto.
Fazer é a única coisa que pode ser estimulada.
Com a execução e prática teremos erros que serão necessários e acertos que serão muito bem-vindos, mas acima de tudo teremos movimento e motivação verdadeira.
Conte comigo para parar de procrastinar!
TEORIA DA OBVIEDADE - 2 principais observações: (a) Em qualquer problema ou situação tudo muda exceto a resposta ou resultado; (b) Ninguém enxerga o que está além de uma escolha que não compreende. - Conselho: Seja óbvio, por vontade própria, em 50% do seu tempo que os outros 50% serão bem mais fáceis.
Temas
SÉRIES TEMÁTICAS
(38)
PONTO DE INFLEXÃO
(29)
ACOMPANHAMENTO PROFISSIONAL
(26)
SCRYBERE
(26)
SER O CLIENTE
(14)
MENTORING
(13)
CRISE-2020
(6)
MEUS SERVIÇOS
(6)
CONVERSA DE BALCÃO
(5)
SOBREVIVÊNCIA
(5)
INTELIGÊNCIA NOS NEGÓCIOS
(4)
POLÍTICAS PÚBLICAS
(1)
terça-feira, 18 de outubro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Mentoring no processo decisório
Ouvir uma experiência vivida por
outra pessoa pode causar diversas reações, mas invariavelmente temos duas
variantes principais: empatia com a situação ou descrença da sua veracidade.
Ambas as reações são consistente e devem ser aceitas, pois estão diretamente
ligadas ao sentimento que nos liga a situação apresentada.
Então como primeiro foco é
necessário estar atento e definir qual o agente do sentimento, e como que está
relacionado com o processo de decisão.
Decidir é expandir o seu sentimento
ao exterior. Você decide sim ou não baseado no julgamento que as informações
disponíveis formataram no seu senso crítico.
Você decidirá pelo sim baseado na
empatia com a situação e seu provável resultado. Você decidirá pelo não baseado
na descrença da veracidade dos fatos apresentados e seu provável resultado.
É assim em 90% (noventa) dos casos.
E boa parte das decisões estará equivocada independente da opção ter sido pelo
sim ou pelo não. A resposta em si não importa. O importante é que você tomou
uma decisão fundamentada nos sentimentos, nas emoções. Sentimentos comandam 95%
(noventa e cinco) da nossa vida e mesmo assim estes são relegados ao segundo
plano. Emoções nos acarretam mais prejuízos financeiros, econômicos e pessoais
do que qualquer outra coisa.
Um processo de mentoring permite
que você não se distraia com suas emoções, permite que você abdique de ser a
estrela ao mesmo tempo em que toma para si um papel mais relevante no cenário
de negócios da comunidade, superando e evoluindo além das aflições do ego
causadas pela expectativa da aceitação do resultado. O sim ou não é
irrelevante, pois o que lhe faz sofrer é a avaliação das pessoas sobre a
implicação da sua decisão. E se você sofre é porque os sentimentos estiveram no
controle de suas decisões mais tempo do que deviam.
Respirar é um dos processos
automáticos que o nosso corpo executa para nos manter em atividade ou sob outro
foco é a prova de que estamos vivos. Salvo em raras ocasiões como uma consulta
médica ou ao mergulhar você não se prepara para respirar, tampouco se concentra
para isso. Simplesmente respira. Automático.
Decidir não é automático. E não se
espera que seja assim. É sabido que o processo de decidir é solitário. A última
palavra pertence ao detentor do poder, o chefe da família, o dono da empresa, o
sócio majoritário ou o principal executivo e esse mecanismo evidencia que a
decisão em si é solitária. E precisa ser assim, caso contrário os debates e
discussões se prolongariam e seriam intermináveis na tentativa de encontrar um
ponto de consenso para cada assunto independente da grandeza que ele reflita.
Configurando os assuntos pela
grandeza, ou seja, quanto uma decisão equivocada pode trazer perdas para a
pessoa ou para um negócio é possível entender o porquê de analisar e saber a
fundo sobre um assunto antes de tomar qualquer decisão.
Acessar informações é uma obrigação
de quem terá que decidir e esta decisão, mesmo que solitária, pode ser
analisada e refletida com base em processos construtivos de resolução usando o
atendimento pessoal através da técnica do mentoring. O estudo aprofundado do
assunto descarrega a tensão da decisão, pois dissolve o sentimento que existe
dentro do contexto.
O atendimento pessoal num programa
de tutoria não pode ser encarado como o momento de decidir, pois assim
estaremos trabalhando a técnica de forma equivocada, subtraindo do indivíduo a
capacidade de tomar a decisão.
Aproveite a relação criada com o
seu mentor e expanda os caminhos, explorando a experiência e vivência desta
relação para evoluir e construir uma vida nova.
Assinar:
Postagens (Atom)