quarta-feira, 9 de maio de 2018

Céu de brigadeiro ou eu junto com você(s) numa aventura segura

Conversar sobre tudo sem ordem, mas com objetivo e foco. É assim que eu defino o brainstorming ou a nossa tempestade de ideias na sua ampla expectativa de encontrar caminhos ou soluções. 

Existe uma formatação mínima que é necessária para à definição do plano das sessões de debates sobre ideias. Os parâmetros devem ser propostos com clareza, simplicidade e objetividade para que seja possível obter resultados. O brainstorm não é um encontro para bater papo e ver se surge alguma ideia boa, isso é outro evento. 

Qualquer episódio que envolva a necessidade de deixar uma ideia aflorar ou ser lapidada deve ser realizado de forma segura. A inibição é o principal agente de limitação na criatividade. O confronto com à incerteza afeta de maneira repressora a capacidade de mostrar o próprio pensamento quando esse ainda não está finalizado. 

O título desta postagem é uma afirmação do meu compromisso de cumplicidade e parceria.  
Seremos cúmplices no despertar das coisas mais incríveis que um ser humano pode fazer.  
Seremos parceiros no nascimento de algo que precisa via à tona e ser lapidado. 

Por isso que eu vou junto com você(s) numa aventura segura... 

Sorte, sucesso e conte comigo!

segunda-feira, 26 de março de 2018

Planejamento e planos

As armas de um processo de gestão dedicado ao negócio são a elaboração de bons planos e a execução desses planos. Explico. Todo plano tem de ser exequível, caso contrário não é um bom plano. 
Em conformidade com diversas técnicas de gestão de negócios é possível afirmar que seguir um rumo, através de um plano elaborado, é uma solução conciliadora, pois estreita os espaços que causam a desestabilização dos negócios. 
Tudo que envolve um empreendimento é fruto de expectativa e à certeza nem sempre é uma realização diária. Os planos e suas contingências são o que efetivam o êxito da maior parte da obra, mas sempre dependeremos da execução e da correção de rotas que advém de resultados obtidos ou não. 
Planejamento é algo que deve ser feito com o intuito de ser um guia, uma linha geral para diversas situações, pois um planejamento elaborado com bases reais irá costurar as etapas de forma a solidificar os aspectos econômicos e seus prováveis reflexos financeiros. Algo que pode mensurar o provável êxito de um planejamento é a quantidade de planos detalhados que são originados do principal e atingem seu objetivo nos prazos estipulados. 
São diversos os planos que devem ser formatados e postos em execução, mas alguns são parte de um processo que independem da existência de um planejamento de negócio para existirem. Por exemplo temos os planejamentos de produção ou de vendas. Estes são específicos e não dependem necessariamente de um planejamento do negócio para serem feitos e executados, mas dependem um do outro para darem certo. Essa ligação é que pode e deve ser feita para toda à empresa com intuito de simplificar o entendimento de onde estão as vantagens ou as dificuldades. 
Pense em planejar como sendo algo igual a preparar um churrasco ou uma macarronada para aquelas pessoas de quem gostamos e que nos trazem satisfação pela sua companhia e presença. Normalmente queremos que todos estejam presentes e que tudo esteja pronto, para servir e nos deliciar, na hora em que será servida a refeição. Fazer um plano é a mesma coisa, só que um pouco diferente, pois depois de concluirmos a elaboração dedicada e criteriosa de todo o planejamento você ainda terá que providenciar o churrasco ou a macarronada para todos os envolvidos! 

Sorte e sucesso com muitos e muitos planos!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Plano de vendas

A matriz de vendas de um negócio deve ter o foco na diversidade de produtos ou serviços suficiente para criar as condições de subsistência e perenidade ao próprio empreendimento. E a eficácia disso se materializa e comprova ao transcorrer o tempo que foi definido no plano de negócios.
A diversidade de produtos ou serviços possibilita encontrar aqueles que formarão o plano de vendas, estando divididos em no mínimo três grupos conforme segue:

  • base do faturamento; 
  • diferenciados e competitivos no mercado; 
  • geradores de riqueza. 
As vendas em si não seguem o plano, pois os fatores de efetivação são variáveis e definidos por condições gerais de mercado. Mas sem o plano de vendas é quase impossível prever os rumos que o negócio tomará, bem como, é inviável fazer correções para seguir o rumo previsto.
Então se as vendas não seguem o plano, porque fazer um plano? O plano final é precedido de uma série de itens na sua composição que podem ser variáveis na complexidade dos produtos ou serviços ofertados, mas que tem uma base critica nos seguintes pontos:
  • capacidade da equipe de vendas; 
  • estoque de produtos disponíveis; 
  • necessidades do fluxo de caixa futuro; 
  • condições normais de venda; 
  • condições especiais de venda. 
E com esses, entre outros, pontos é possível rever os planos iniciais previstos fazendo as correções necessárias em tempo hábil. Sem mágica ou desespero. Com acuracidade e serenidade.
Planeje e ponha em prática, vale a pena agir assim. Se precisar conte comigo! 



sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Precificação é algo muito necessário

A precificação é um conceito singular e pouco usado na rotina dos negócios. A composição do preço de venda de um produto ou serviço não pode ser feita apenas utilizando a velha técnica do markup fixo. É um erro usar o markup para atribuir ao custo o ganho esperado para gerar vida no negócio. O markup não funciona na prática. O markup iguala os desiguais. O markup é o cianureto do fluxo de caixa.
Cada produto ou serviço oferecido deve ter na formação do seu preço o equilíbrio necessário para atender no mínimo as seguintes premissas:

  • ser competitivo no mercado; 
  • repor seu custo de aquisição ou transformação; 
  • contribuir para pagar as despesas fixas e variáveis; 
  • pagar os impostos devidos; 
  • formar uma poupança para melhorias ou ampliação; 
  • gerar riqueza aos investidores. 
A simplicidade de uma tabela de preços de venda de produtos ou serviços não deve ser confundida com a ideia de simplificar o cuidado com a definição do valor do produto. Ao atribuir o valor a um produto ou serviço criamos uma figura de importância singular no entendimento do objetivo do negócio, pois é nessa definição que, além dos itens elencados acima, aproveitamos para discutir e diferenciar o valor do produto do seu efetivo preço de venda.
Entenda que nessa diferenciação está o segredo de perenidade do empreendimento, pois o lucro ou a geração de riqueza aos investidores pode ser ferido de morte por conta de erros cometidos na precificação malfeita. Por malfeita entenda também como não feita.
O preço de venda de um produto ou serviço nem sempre será o valor do produto, mas também não deverá ficar muito distante desse.


Se você precisar de ajuda para criar estes parâmetros conte comigo!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Vendi pouco e agora?

Em qualquer empreendimento essa constatação é aterrorizante e na prática não existe solução, pois o que não aconteceu não será resolvido pelo que pode acontecer. 

Mesmo assim é preciso analisar o contexto e verificar se as vendas foram inferiores ao previsto ou as vendas foram menores que o necessário? 

Tem alguma diferença? Sim, existe uma grande diferença e ela só se aplica se você é um empresário e não um tocador de negócio. 

Diferença entre empresário e tocador de negócio:

O primeiro: se você pratica a gestão como um empresário deve ter feito um plano de vendas para o período adequado ao respaldo financeiro pré-existente, compatível com a capacidade de atendimento de clientes e prevendo a complicada situação econômica externa (município / estado / país). Assim está sofrendo com o impacto da venda inferior, mas não corre riscos sérios na continuidade do negócio. 

O segundo: se você é um tocador de negócio o plano de vendas só existe na sua mente, pois é baseado nas suas expectativas. Além disso deve fazer retiradas frequentes de dinheiro do caixa para trocar de carro ou manter algum outro gasto desnecessário; aumentou o estoque comprando tudo que achava ‘barato’; dispensou os ‘vendedores’ que ganham mais (os mesmos que vendiam mais); e se enterrou em empréstimos bancários para cumprir parte dos compromissos e manter o mesmo nível de ‘gastança’. 

Acredito que ficou claro a diferença básica e definitiva na conduta permanente da administração diária, pois além de sofrer como todos os impactos das vendas inferiores, ainda corre sérios riscos para manter vivo o negócio. 

Mas não se esqueça que um bom plano de vendas deve ser preparado com informações confiáveis da própria empresa, tais como: giro do estoque comparado ao fluxo de caixa para os próximos meses; capacidade física de expor produtos à venda; entendimento do perfil do cliente com o perfil do estabelecimento; adequação da equipe de atendimento com o perfil do cliente; entre outros pontos específicos de cada negócio. 

Leve sempre em conta que independente do negócio a rapidez na tomada de decisões e a escolha do melhor caminho a seguir, bem como, debater opções e alternativas com clareza, objetividade e conhecimento são elementos imprescindíveis no dia a dia. 

Tenha isso presente e o êxito ficará próximo.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O dia a dia da própria incapacidade

É incrível como é fácil e reconfortante passar os minutos de uma hora, as horas de um dia, os dias de uma semana, as semanas de um mês e os meses de um ano, simplesmente repetindo as mesmas ações que ocasionam os mesmos erros que produzem os mesmos resultados ruins!

Esse é o dia a dia da própria incapacidade!

A incapacidade não é falta de capacidade, mas sim a falta de reconhecer a própria limitação de capacidade.

A incapacidade, invariavelmente, é amiga intima da procrastinação e parceira antiga da solidão.

A incapacidade é a antessala da depressão.

É comum ao analisar maus resultados ou objetivos não alcançados me deparar com as coisas mais simples e óbvias que foram desprezadas, não foram executadas, deixaram de ser conferidas.

As coisas mais simples e necessárias deixam de ser observadas e seguidas, preparadas e executadas, confirmadas e conferidas, quando estamos acima de um limite próprio.

Todos nós em algum ponto ou em muitos, em algum assunto ou em muitos, temos limitações.

Limites são inerentes a nossa condição de indivíduos. Limites são a nossa base de construção, de aprendizado. Limites são a nossa segurança para avançar em busca da superação do próprio limite de ser um único como parte de um todo.

É preciso superar o principal limite para avançar com força na superação de muitos limitadores. É preciso superar o limite que me impede de pedir ajuda. Esse limitador sufoca, machuca, isola.

O simples pensamento de ser incapaz de resolver algo sozinho e ter que pedir ajuda já é o suficiente para travar tudo e começar a contagem dos minutos... das horas... dos dias.

Não se sinta ilimitado quando somos todos limitados justamente para extrapolar os limitadores.

Viva em conjunto com o todo e com tudo.

Peça auxílio!

Peça auxílio!

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Comunicação de planos

O maior erro de construção ou implementação de um negócio é a incapacidade de colaboração e integração de todos ao todo que é desenvolvido.
Boa parte dos envolvidos em um negócio tem apenas a necessidade de cumprir funções sem um interesse mais amplo sobre os resultados do seu trabalho no conjunto das atividades. É sabido que o desconhecimento sobre o que a empresa faz, quais seus produtos, qual seu mercado e o tipo de clientes é corriqueiro nas mais diversas áreas.
Os projetos que falham sempre apresentam um mesmo ponto de convergência na questão da má comunicação das ideias e dos pontos importantes a executar. Nos projetos que falham percebesse que as funções e tarefas são preenchidas e executadas em conformidade com um critério prévio de necessidade, mas os responsáveis esquecem de analisar na execução se existe e como são a colaboração e, principalmente, a integração entre os envolvidos.
Quando analisamos os projetos que falham constatamos que, em boa parte das empresas, o perfil de líder e liderança mais difundido é o da competição e não de colaboração.
Infelizmente é muito comum que a desavença seja estimulada por responsáveis diretos nas suas diferentes escalas de poder, mantendo e aprofundando conflitos entre as áreas da empresa para fomentar uma necessidade sempre latente de comando com “mão pesada”. Esse estilo de liderança não produz crescimento, não apresenta eficiência e não mostra eficácia.
Os critérios de construção de um empreendimento são reflexos do líder do projeto e das lideranças envolvidas. E tanto o líder do projeto quanto as demais lideranças são apenas pessoas iguais a quaisquer outras nas dúvidas e incertezas da vida, com medos e reações que podem afetar a dinâmica das ações necessárias. Com base no conhecimento de cenários comportamentais é possível não destruir ou desestimular que o crescimento natural do negócio seja efetivado.
É preciso união para construir. Um indivíduo não constrói nada sozinho. Você pode escolher entre dividir e progredir ou mandar. Nunca esqueça que nada acontece por acaso. O que não for pensado e planejado não será executado ou se o for será mal feito. A desorganização funcional é uma característica de uma liderança incapaz para a relevância do próprio papel na vida da empresa.
Planejamento não é uma palavra desconhecida, mas é envolta em uma aura de desinteresse e desqualificação. Mesmo o planejamento não sendo uma palavra desconhecida é uma palavra que não associamos diretamente a execução. Planejamento é uma palavra associada ao pensamento, ao sonhar, as ideias. Planejamento é tudo isso, mas é, principalmente, a etapa onde é possível estudar caminhos possíveis, bem como, avaliar ações e medidas que deverão ser tomadas em momentos cruciais. A ação em planejar e o porquê planejar são vistos como um grande dispêndio de tempo com muita dedicação e sem resultados visíveis. A contrapartida necessária é entender que os resultados de um planejamento serão colhidos durante anos sejam eles bons ou ruins, mas sempre em consonância com a dedicação concedida a fase de transpor sonhos, ideias, possibilidades para etapas coordenadas e que possam ser executadas em um momento futuro, pois resultados serão resultados sempre.